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	<title>Comentários sobre Observatório da Crítica</title>
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		<title>Comentário sobre Homenagem a Haroldo de Campos por ELIANA DE OLIVEIRA</title>
		<link>http://observatoriodacritica.com.br/2011/02/18/homenagem-a-haroldo-de-campos/comment-page-1/#comment-27</link>
		<dc:creator>ELIANA DE OLIVEIRA</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 01:32:52 +0000</pubDate>
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		<description>ESTOU NO TERCEIRO ANO DA FACULDADE DE LETRAS,  EM APUCARANA PARANA, ESTOU FAZENDO UM TRABALHO SOBRE O CONCRETISMO, E ADORANDO CONHECER ESSES AUTORES MARAVILHOSOS,SINTO PELO FALECIMENTO DO AUTOR HAROLDO DE CAMPOS, MAS GOSTARIA MUITO DE CONHECER O SEU IRMÃO O AUTOR AUGUSTO DE CAMPOS. OBRIGADO PELA ATENÇÃO.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ESTOU NO TERCEIRO ANO DA FACULDADE DE LETRAS,  EM APUCARANA PARANA, ESTOU FAZENDO UM TRABALHO SOBRE O CONCRETISMO, E ADORANDO CONHECER ESSES AUTORES MARAVILHOSOS,SINTO PELO FALECIMENTO DO AUTOR HAROLDO DE CAMPOS, MAS GOSTARIA MUITO DE CONHECER O SEU IRMÃO O AUTOR AUGUSTO DE CAMPOS. OBRIGADO PELA ATENÇÃO.</p>
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		<title>Comentário sobre Polêmica: Sem açúcar e sem afeto por Daniel Becker</title>
		<link>http://observatoriodacritica.com.br/2011/03/16/polemica-sem-acucar-e-sem-afeto/comment-page-1/#comment-26</link>
		<dc:creator>Daniel Becker</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 18:58:44 +0000</pubDate>
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		<description>Primeiro, parabéns pela iniciativa do &quot;Observatório da Crítica&quot;. Descobri esta resenha graças a este site!
Atualmente estou fazendo uma releitura de Produção de Presença de Gumbrecht. Gostei do livro por sua  interessante reflexão a respeito da questão da experiência no mundo contemporâneo de modo geral, mas também do conceito de experiência, através da discussão sobre sentido e presença, dentro das ciências Humanas...  Depois da resenha de Andrea, vou prestar uma atenção redobrada no texto. Sou um leigo neste assunto e por isso talvez não tenha entendido o &quot;sentido&quot; da resenha de Daher e suas críticas. 
Contudo, fiquei surpreso com a reação radical da autora a esta obra. Se de um lado, sua resenha serve para alimentar uma crítica acadêmica mais valente e original, de outro, ela não parece ser clara nos pressupostos de sua crítica (o que o próprio Gumbrecht parece manifestar em suas respostas). Primeiro, por classificar o livro de panfleto, o que deliberadamente é uma interpretação apressada. Acredito que Gumbrecht é bastante claro, no livro e em suas respostas a autora, que é impossível romper com o sentido; mas isto, não significa uma total impossibilidade para a presença. Da mesma forma, Daher deixa transparecer que sua crítica ao livro está mais ligada a uma questão de gosto pessoal por determinados autores e justificativas (autores franceses no caso dela), sem realmente ir a fundo na discussão dos supostos erros cometidos por Gumbrecht. Uma leitura de outros livros de Gumbrecht, como &quot;A Modernização dos sentidos&quot;, &quot;1926&quot; ou &quot;Elogia a Beleza Atlética&quot; permite compreender o desenvolvimento de seu pensamento a respeito de questões como experiencia e presença. Além disso, acredito que  é um tanto insuficiente discutir a questão da presença (e buscar criticar a postura do autor) sem trazer para o centro da discussão o pensamento de Dilthey, Husserl, Heidegger, Gadamer, Koselleck, entre outros... Por fim, também continuo sem entender suas referências &quot;aos amigos&quot;...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro, parabéns pela iniciativa do &#8220;Observatório da Crítica&#8221;. Descobri esta resenha graças a este site!<br />
Atualmente estou fazendo uma releitura de Produção de Presença de Gumbrecht. Gostei do livro por sua  interessante reflexão a respeito da questão da experiência no mundo contemporâneo de modo geral, mas também do conceito de experiência, através da discussão sobre sentido e presença, dentro das ciências Humanas&#8230;  Depois da resenha de Andrea, vou prestar uma atenção redobrada no texto. Sou um leigo neste assunto e por isso talvez não tenha entendido o &#8220;sentido&#8221; da resenha de Daher e suas críticas.<br />
Contudo, fiquei surpreso com a reação radical da autora a esta obra. Se de um lado, sua resenha serve para alimentar uma crítica acadêmica mais valente e original, de outro, ela não parece ser clara nos pressupostos de sua crítica (o que o próprio Gumbrecht parece manifestar em suas respostas). Primeiro, por classificar o livro de panfleto, o que deliberadamente é uma interpretação apressada. Acredito que Gumbrecht é bastante claro, no livro e em suas respostas a autora, que é impossível romper com o sentido; mas isto, não significa uma total impossibilidade para a presença. Da mesma forma, Daher deixa transparecer que sua crítica ao livro está mais ligada a uma questão de gosto pessoal por determinados autores e justificativas (autores franceses no caso dela), sem realmente ir a fundo na discussão dos supostos erros cometidos por Gumbrecht. Uma leitura de outros livros de Gumbrecht, como &#8220;A Modernização dos sentidos&#8221;, &#8220;1926&#8243; ou &#8220;Elogia a Beleza Atlética&#8221; permite compreender o desenvolvimento de seu pensamento a respeito de questões como experiencia e presença. Além disso, acredito que  é um tanto insuficiente discutir a questão da presença (e buscar criticar a postura do autor) sem trazer para o centro da discussão o pensamento de Dilthey, Husserl, Heidegger, Gadamer, Koselleck, entre outros&#8230; Por fim, também continuo sem entender suas referências &#8220;aos amigos&#8221;&#8230;</p>
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		<title>Comentário sobre O sequestro do barroco em nova edição por Amanda</title>
		<link>http://observatoriodacritica.com.br/2011/03/16/o-sequestro-do-barroco-em-nova-edicao/comment-page-1/#comment-22</link>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jun 2011 23:52:39 +0000</pubDate>
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		<description>Magnífico .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Magnífico .</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Programação 70 anos do Curso de Letras da UFMG por Nova edição de Fenomenologia da obra literária, de Maria Luiza Ramos &#171; Observatório da Crítica</title>
		<link>http://observatoriodacritica.com.br/agenda/programacao-70-anos-do-curso-de-letras-da-ufmg/comment-page-1/#comment-20</link>
		<dc:creator>Nova edição de Fenomenologia da obra literária, de Maria Luiza Ramos &#171; Observatório da Crítica</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 18:01:32 +0000</pubDate>
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		<description>[...]  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...]  [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Entrevista n&#8217;O Globo a respeito da publicação de &#8220;História da Literatura Brasileira&#8221; em 12 de março de 2011 por A história da literatura brasileira reaberta &#171; Observatório da Crítica</title>
		<link>http://observatoriodacritica.com.br/entrevistas/entrevista-com-carlos-nejar/entrevista-no-globo-a-respeito-da-publicacao-de-historia-da-literatura-brasileira-em-12-de-marco-de-2011/comment-page-1/#comment-18</link>
		<dc:creator>A história da literatura brasileira reaberta &#171; Observatório da Crítica</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 15:20:25 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Prosa e Verso do jornal O Globo do dia 12 de março traz uma entrevista com Nejar (íntegra aqui), na qual o autor endossa a discutida tese de que Caminha e Vieira fazem parte, sim, de nossa [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Prosa e Verso do jornal O Globo do dia 12 de março traz uma entrevista com Nejar (íntegra aqui), na qual o autor endossa a discutida tese de que Caminha e Vieira fazem parte, sim, de nossa [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre “Meu último texto de cinema”, artigo públicado n&#8217;O Globo em 12 de março de 2011 por Cinema: Criticar ou filmar, eis a questão &#171; Observatório da Crítica</title>
		<link>http://observatoriodacritica.com.br/artigos/artigos-de-felipe-braga/meu-ultimo-texto-de-cinema-artigo-publicado-no-globo-em-12-de-marco-de-2011/comment-page-1/#comment-17</link>
		<dc:creator>Cinema: Criticar ou filmar, eis a questão &#171; Observatório da Crítica</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 15:03:29 +0000</pubDate>
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		<description>[...]  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...]  [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Resenha de João Marcos Coelho n&#8217;O Estado de S. Paulo a respeito da biografia de Franz Liszt por As várias facetas de um músico clássico &#171; Observatório da Crítica</title>
		<link>http://observatoriodacritica.com.br/resenhas/resenhas-de-franz-liszt/resenha-de-joao-marcos-coelho-no-estado-de-s-paulo-a-respeito-da-biografia-de-franz-liszt/comment-page-1/#comment-16</link>
		<dc:creator>As várias facetas de um músico clássico &#171; Observatório da Crítica</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 14:48:32 +0000</pubDate>
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		<description>[...] mostra o mestre que, mesmo não tendo nada em troca, ensinava sua arte. Leia o artigo aqui. Para finalizar o artigo, o jornalista numa tentativa de engrandecer ainda mais a obra de Liszt [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] mostra o mestre que, mesmo não tendo nada em troca, ensinava sua arte. Leia o artigo aqui. Para finalizar o artigo, o jornalista numa tentativa de engrandecer ainda mais a obra de Liszt [...]</p>
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		<title>Comentário sobre Resposta de Gumbrecht a tréplica de Andréa Daher por Polêmica: Sem açúcar e sem afeto &#171; Observatório da Crítica</title>
		<link>http://observatoriodacritica.com.br/polemicas/polemica-entre-andrea-daher-e-hans-ulrich-gumbrecht/resposta-de-gumbrecht-a-treplica-de-andrea-daher/comment-page-1/#comment-15</link>
		<dc:creator>Polêmica: Sem açúcar e sem afeto &#171; Observatório da Crítica</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 23:29:38 +0000</pubDate>
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		<description>[...] , publicado no Prosa e Verso, trouxe novos esforços de conciliação da parte do teórico alemão (leia aqui). Como já disse, não li o livro Produção de presença e não vou entrar em discussões [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] , publicado no Prosa e Verso, trouxe novos esforços de conciliação da parte do teórico alemão (leia aqui). Como já disse, não li o livro Produção de presença e não vou entrar em discussões [...]</p>
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		<title>Comentário sobre Entrevista com James Shapiro n&#8217;O Globo por Ser ou nao ser Shakespeare &#171; Observatório da Crítica</title>
		<link>http://observatoriodacritica.com.br/entrevistas/diversas/entrevista-com-james-shapiro-no-globo/comment-page-1/#comment-14</link>
		<dc:creator>Ser ou nao ser Shakespeare &#171; Observatório da Crítica</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 22:17:15 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Artigo do Segundo Caderno de O Globo, de 13 de março analisa o livro 1599: um ano na vida de William Shakespeare, do crítico e historiador norte-americano James Shapiro, publicado no Brasil pela Editora Planeta e traduzido por Cordelia Magalhães e Marcelo Musa Cavallari. O trabalho é resultado de dez anos de pesquisa do autor, professor na Universidade de Columbia, e se concentra justamente no ano de 1599, que, segundo Shapiro, foi um momento decisivo para a Inglaterra e para Shakespeare: nesse ano, foi construído o Globe Theatre e o dramaturgo escreveu várias peças de destaque em sua carreira e foi fundada a Companhia das Índias Orientais. A matéria traz também para o leitor uma entrevista com o autor do livro e, aproveitando a confluência histórica e biográfica da obra em pauta, amplia os questionamentos propostos a Shapiro, para alcançar a discussão promovida por ele, em seu mais recente livro, acerca das teorias que debatem a autoria das peças do dramaturgo inglês. Leia o artigo aqui. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Artigo do Segundo Caderno de O Globo, de 13 de março analisa o livro 1599: um ano na vida de William Shakespeare, do crítico e historiador norte-americano James Shapiro, publicado no Brasil pela Editora Planeta e traduzido por Cordelia Magalhães e Marcelo Musa Cavallari. O trabalho é resultado de dez anos de pesquisa do autor, professor na Universidade de Columbia, e se concentra justamente no ano de 1599, que, segundo Shapiro, foi um momento decisivo para a Inglaterra e para Shakespeare: nesse ano, foi construído o Globe Theatre e o dramaturgo escreveu várias peças de destaque em sua carreira e foi fundada a Companhia das Índias Orientais. A matéria traz também para o leitor uma entrevista com o autor do livro e, aproveitando a confluência histórica e biográfica da obra em pauta, amplia os questionamentos propostos a Shapiro, para alcançar a discussão promovida por ele, em seu mais recente livro, acerca das teorias que debatem a autoria das peças do dramaturgo inglês. Leia o artigo aqui. [...]</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Resenha n&#8217;O Globo a respeito da biografia de Franz Liszt: Liszt: &#8220;Biographie eines Superstars&#8221; por Biografias: As várias facetas de um músico clássico &#171; Observatório da Crítica</title>
		<link>http://observatoriodacritica.com.br/resenhas/resenhas-de-franz-liszt/resenha-no-globo-a-respeito-da-biografia-de-franz-liszt-liszt-biographie-eines-superstars/comment-page-1/#comment-13</link>
		<dc:creator>Biografias: As várias facetas de um músico clássico &#171; Observatório da Crítica</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 22:09:09 +0000</pubDate>
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