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	<title>Comentários sobre: Polêmica: Sem açúcar e sem afeto</title>
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		<title>Por: Daniel Becker</title>
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		<dc:creator>Daniel Becker</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 18:58:44 +0000</pubDate>
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		<description>Primeiro, parabéns pela iniciativa do &quot;Observatório da Crítica&quot;. Descobri esta resenha graças a este site!
Atualmente estou fazendo uma releitura de Produção de Presença de Gumbrecht. Gostei do livro por sua  interessante reflexão a respeito da questão da experiência no mundo contemporâneo de modo geral, mas também do conceito de experiência, através da discussão sobre sentido e presença, dentro das ciências Humanas...  Depois da resenha de Andrea, vou prestar uma atenção redobrada no texto. Sou um leigo neste assunto e por isso talvez não tenha entendido o &quot;sentido&quot; da resenha de Daher e suas críticas. 
Contudo, fiquei surpreso com a reação radical da autora a esta obra. Se de um lado, sua resenha serve para alimentar uma crítica acadêmica mais valente e original, de outro, ela não parece ser clara nos pressupostos de sua crítica (o que o próprio Gumbrecht parece manifestar em suas respostas). Primeiro, por classificar o livro de panfleto, o que deliberadamente é uma interpretação apressada. Acredito que Gumbrecht é bastante claro, no livro e em suas respostas a autora, que é impossível romper com o sentido; mas isto, não significa uma total impossibilidade para a presença. Da mesma forma, Daher deixa transparecer que sua crítica ao livro está mais ligada a uma questão de gosto pessoal por determinados autores e justificativas (autores franceses no caso dela), sem realmente ir a fundo na discussão dos supostos erros cometidos por Gumbrecht. Uma leitura de outros livros de Gumbrecht, como &quot;A Modernização dos sentidos&quot;, &quot;1926&quot; ou &quot;Elogia a Beleza Atlética&quot; permite compreender o desenvolvimento de seu pensamento a respeito de questões como experiencia e presença. Além disso, acredito que  é um tanto insuficiente discutir a questão da presença (e buscar criticar a postura do autor) sem trazer para o centro da discussão o pensamento de Dilthey, Husserl, Heidegger, Gadamer, Koselleck, entre outros... Por fim, também continuo sem entender suas referências &quot;aos amigos&quot;...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro, parabéns pela iniciativa do &#8220;Observatório da Crítica&#8221;. Descobri esta resenha graças a este site!<br />
Atualmente estou fazendo uma releitura de Produção de Presença de Gumbrecht. Gostei do livro por sua  interessante reflexão a respeito da questão da experiência no mundo contemporâneo de modo geral, mas também do conceito de experiência, através da discussão sobre sentido e presença, dentro das ciências Humanas&#8230;  Depois da resenha de Andrea, vou prestar uma atenção redobrada no texto. Sou um leigo neste assunto e por isso talvez não tenha entendido o &#8220;sentido&#8221; da resenha de Daher e suas críticas.<br />
Contudo, fiquei surpreso com a reação radical da autora a esta obra. Se de um lado, sua resenha serve para alimentar uma crítica acadêmica mais valente e original, de outro, ela não parece ser clara nos pressupostos de sua crítica (o que o próprio Gumbrecht parece manifestar em suas respostas). Primeiro, por classificar o livro de panfleto, o que deliberadamente é uma interpretação apressada. Acredito que Gumbrecht é bastante claro, no livro e em suas respostas a autora, que é impossível romper com o sentido; mas isto, não significa uma total impossibilidade para a presença. Da mesma forma, Daher deixa transparecer que sua crítica ao livro está mais ligada a uma questão de gosto pessoal por determinados autores e justificativas (autores franceses no caso dela), sem realmente ir a fundo na discussão dos supostos erros cometidos por Gumbrecht. Uma leitura de outros livros de Gumbrecht, como &#8220;A Modernização dos sentidos&#8221;, &#8220;1926&#8243; ou &#8220;Elogia a Beleza Atlética&#8221; permite compreender o desenvolvimento de seu pensamento a respeito de questões como experiencia e presença. Além disso, acredito que  é um tanto insuficiente discutir a questão da presença (e buscar criticar a postura do autor) sem trazer para o centro da discussão o pensamento de Dilthey, Husserl, Heidegger, Gadamer, Koselleck, entre outros&#8230; Por fim, também continuo sem entender suas referências &#8220;aos amigos&#8221;&#8230;</p>
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